McLaren Vê Sinais Positivos das Atualizações na Sexta na Hungria

McLaren Vê Sinais Positivos das Atualizações na Sexta na Hungria

Randy Singh, diretor de corridas da McLaren, fez um balanço cauteloso, porém otimista, da primeira sexta-feira de treinos livres para o Grande Prêmio da Hungria. A equipe britânica testou as atualizações introduzidas no MCL40 em condições de pista consideradas complicadas, e o dirigente reconheceu que ainda existe distância em relação aos principais rivais, mas classificou o dia como um "saldo positivo" para o restante do fim de semana.

No TL1, Lando Norris cravou o melhor tempo da equipe, 1min21s024, fechando na 11ª posição. Quem assumiu o carro de Oscar Piastri na sessão inicial foi o piloto de testes Leonardo Fornaroli, que terminou em 16º, com 1min21s890. Enquanto os pilotos ajustavam o desempenho em pista, muitos torcedores acompanhavam a repercussão do fim de semana em plataformas de entretenimento esportivo, algumas das quais também oferecem opções como slots com jackpot para quem busca diversão paralela aos treinos. No TL2, o cenário mudou de figura para a McLaren: Norris, atual campeão mundial de Fórmula 1, subiu para o terceiro lugar da tabela de tempos, enquanto Piastri, com menos voltas cronometradas por ter cedido o carro na sessão anterior, ficou em oitavo.

Testes divididos e comparação de peças

Segundo Singh, a estratégia da equipe passou por dividir o trabalho entre os dois carros para extrair o máximo de informação técnica. "É difícil avaliar exatamente onde estamos por causa das condições complicadas de hoje - e que também devem continuar amanhã. No TL2, Oscar usou o assoalho antigo justamente para que pudéssemos fazer uma comparação entre os dois carros. Amanhã ele também terá o novo assoalho. Então, será um dia interessante", explicou o diretor de corridas em entrevista à F1TV.

O comentário reforça uma prática comum entre as equipes de ponta do grid: usar sessões de treino livre para comparar especificações diferentes de peças antes de decidir a configuração definitiva para a classificação e a corrida. No caso da McLaren, a decisão de manter Piastri temporariamente com o assoalho anterior permitiu à engenharia isolar variáveis e validar se os ganhos observados no TL1, com Fornaroli ao volante, se confirmam de forma consistente.

Elogios a Fornaroli e o trabalho nos bastidores

Singh dedicou parte da entrevista para valorizar a atuação de Leonardo Fornaroli, apontado como um dos nomes cotados para ocupar a vaga de Esteban Ocon na Haas a partir de 2027. "Leo foi de grande ajuda. Ele também fez uma preparação intensa no simulador para esta pista. Hoje teve um programa de testes bastante difícil e trabalhou nele com muita dedicação. E, como vocês viram, continuamos avaliando a asa Macarena, e ele também contribuiu nesse trabalho", destacou o dirigente.

A menção à asa batizada de "Macarena" indica que a McLaren segue em processo de refinamento aerodinâmico, um capítulo importante numa temporada em que a briga pelo título de pilotos e construtores segue acirrada. Singh foi direto ao reconhecer que a distância para os rivais mais rápidos cresceu nas últimas etapas do campeonato. "A diferença para quem tem sido o mais rápido, tanto na classificação quanto nas corridas, aumentou um pouco nas últimas etapas, então sempre soubemos que não iríamos eliminar essa desvantagem de uma só vez. Mas esperamos ter dado um bom passo à frente", encerrou.

O que esperar para o sábado

Com o TL3 e a classificação ainda por vir, a McLaren deve repetir o formato de comparação técnica, agora com Piastri também testando o novo assoalho. A expectativa da equipe é confirmar se os ganhos observados nesta sexta-feira se traduzem em ritmo de corrida competitivo diante de Red Bull, Ferrari e Mercedes, que seguem como referências de velocidade nas últimas etapas do calendário.